5 de fevereiro de 2012 | home | mapa do site
topo
imgGoverno Federal quer a participação dos autoprodutores no leilão de Belo Monte
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, confirmou na última quinta-feira, 27 de agosto, que o governo federal pretende incluir os autoprodutores no leilão para licitar a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).
(leia mais)
  imgProposta de participação em Belo Monte surgiu em reunião com a EPE
Os presidentes da Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia (ABIAPE), Mário Menel; e da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Energia Elétrica (APINE), Luiz Fernando Vianna, propuseram a participação de seus associados no leilão da Usina de Belo Monte.(leia mais)

ChinagliaGoverno do Pará pede a Lobão que Belo Monte beneficie autoprodutores de energia
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse à governadora do Pará Ana Júlia Carepa que há possibilidade de atender seu pedido e incluir mecanismos que possibilitem aos autoprodutores de energia participar do edital da hidrelétrica de Belo Monte.(leia mais)
  imgMarco Antônio Almeida assume secretaria no MME
O engenheiro Marco Antônio Martins Almeida é o novo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), em substituição a José Lima de Andrade Neto, que assumiu a presidência da BR Distribuidora.
(leia mais)

ChinagliaABIAPE se reúne com relator da MP 466
A Diretoria Executiva da ABIAPE se reuniu na quarta-feira, 2 de setembro, com o deputado federal João Carlos Bacelar (PR/BA), relator da Medida Provisória 466/2009, que está em tramitação na Câmara dos Deputados.(leia mais)
  imgAgentes do Setor Elétrico se reúnem com governos estaduais para debater Lei do Gás
O coordenador de Energia da ABIAPE, Tiago Leite Ferreira, esteve na última segunda-feira, 31 de agosto, em Porto Alegre.
(leia mais)

ChinagliaDiretores da ABIAPE comparecem ao lançamento do marco regulatório do pré-sal
A cerimônia de lançamento do marco regulatório de exploração do petróleo e gás da camada pré-sal, realizado na segunda-feira, 31 de agosto, em Brasília, teve a presença da Diretoria Executiva da ABIAPE.(leia mais)
  imgEnase 2009 coloca a política energética na pauta de debates do setor
Política Energética - questões atuais e desenvolvimento setorial. Esse é o tema do Enase 2009 - 6º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, que tem como pauta a consolidação da política energética nacional.
(leia mais)

topo da agenda

De 1º a 3 de setembro - Novotel Center Norte – São Paulo (SP)

5º Encontro Anual no Brasil – Biodiesel Congress

Os desafios no processo de produção e logística frente às projeções de acréscimo do Biodiesel estipulado pelo programa nacional.

Inscrições e informações aqui

  De 2 a 4 de setembro - Hotel Melia Lima - Lima – Peru

6º Congreso anual EIC de Energía en Cono Sur

Este evento reunirá a altos funcionarios de entes reguladores y empresas en torno al tema energético, especialmente regulación tarifaria, proyectos hidroeléctricos y protección ambiental, entre otros.

lnscrições e informações aqui


Dias 9 e 10 de setembro de 2009 - Hotel Golden Tulip Park Plaza – São Paulo (SP)

Comercialização de Energia

Impacto do Contexto Econômico nos Preços de Energia, Migração entre Ambientes de Contratação e Liquidação de Excedentes.

lnscrições e informações aqui

  Dias 15 e 16 de setembro de 2009 - Informa Seminar Center - São Paulo

Ferramentas e Estratégias no Combate às Perdas Comerciais e Inadimplência

Ações Diferenciadas para a Identificação de Fraudes e Novo Direcionamento para o Planejamento de Redução de Perdas.

lnscrições e informações aqui


De 22 a 24 de setembro de 2009 - Pestana - São Paulo

Cogeneration Brazil 2009

Geração de nova fonte de receita a partir da comercialização de bioletricidade.

lnscrições e informações aqui

  Dias 29 e 30 de setembro de 2009 - Hotel Sofitel - Rio de Janeiro - RJ

ENASE 2009 - 6º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico

O Enase é realizado anualmente numa co-promoção do Grupo CanalEnergia com associações de classe do setor elétrico nacional: ABCE, ABDIB, ABIAPE, ABRACE, ABRACEEL, ABRADEE, ABRAGE, ABRAGEF, ABRAGET, ABRATE, ANACE, APINE, APMPE, ABCM, ABEEÓLICA, ABDAN e COGEN. O Encontro está consolidado como principal evento político-regulatório do mercado, reunindo cerca de 500 executivos. Em 2009, o tema central do Enase é POLÍTICA ENERGÉTICA - QUESTÕES ATUAIS E DESENVOLVIMENTO SETORIAL.

Inscrições e informações aqui


Governo Federal quer a participação dos autoprodutores no leilão de Belo Monte

Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, manifestou a importância da participação dos autoprodutores

Bernardo Brandão - Com Agência CanalEnergia

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, confirmou na última quinta-feira, 27 de agosto, que o governo federal pretende incluir os autoprodutores no leilão para licitar a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), previsto para novembro deste ano.

De acordo com Tolmasquim, “a participação dos autoprodutores poderá viabilizar a formação de pelo menos dois consórcios e garantir a concorrência no leilão”. O executivo fez a declaração na saída do leilão A-3 de energia nova, em São Paulo.

A idéia da EPE é que os autoprodutores tenham garantido uma fatia da energia da usina; outro pedaço ficaria com o mercado livre e a maior parte da energia com o mercado regulado. Tolmasquim salientou que ainda não estão definidos os percentuais de cada mercado.

Por outro lado, o governo ainda está analisando o formato da participação da Eletrobrás e suas subsidiárias. O executivo confirmou que o grupo de trabalho sobre o assunto está estudando duas possibilidade: as subsidiárias competiriam entre si, em consórcios diferentes, como nas usinas do Rio Madeira; ou a Eletrobrás entraria posteriormente à disputa no leilão. "É o que estamos chamando de modelo noiva", disse o executivo.

Quanto ao edital, que deve sair 30 dias antes do certame, o governo vai esperar "pelo menos a sinalização" da licença prévia para liberá-lo. O Ibama já marcou quatro audiências públicas, em setembro, para discutir os estudos ambientais do projeto.

» voltar para o topo


Proposta de participação em Belo Monte surgiu em reunião com a EPE

O presidentes da ABIAPE, Mário Menel, se reuniu com o presidente da EPE por participação em Belo Monte

Bernardo Brandão - Com Agência CanalEnergia

Os presidentes da Associação Brasileira de Investidores em Autoprodução de Energia (ABIAPE), Mário Menel; e da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Energia Elétrica (APINE), Luiz Fernando Vianna, propuseram a participação de seus associados no leilão da Usina de Belo Monte em reunião com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tolmasquim, realizada em Brasília.

Durante o encontro, foram encaminhadas a EPE duas propostas para participação de consumidores livres no certame. A ABIAPE sugeriu que 10% da energia de Belo Monte seja destinada aos autoprodutores, enquanto 70% seria do mercado cativo e 20% oferecida ao livre.

“Nossa proposta é justa, pois os associados da ABIAPE estão dispostos também a levar a carga demandada pelos autoprodutores para perto da usina. Isso diminuiria os gastos com transmissão e instalaria novos empreendimentos na região de Belo Monte, gerando emprego e renda", explicou Menel.

A sugestão de Luiz Fernando Vianna, presidente do Conselho de Administração da Apine, consiste nos clientes livres poderem declarar a carga a ser adquirida no leilão de Belo Monte, como se fosse uma distribuidora. "O consumidor livre colocaria a carga, as garantias e assinaria um contrato de 30 anos, no mesmo valor da distribuidora", contou Vianna.

Os executivos estão preocupados com o tempo, porque o leilão deverá acontecer em novembro. De acordo com Vianna, todo o processo tem que ir para o Tribunal de Contas da União, ser analisado e autorizado. "Por isso, temos que correr contra o tempo", contou.


» voltar para o topo


Governo do Pará pede a Lobão que Belo Monte incentive autoprodutores de energia

Agência Pará

O ministro Édson Lobão informou à governadora do Pará Ana Júlia Carepa a possibilidade de mudança no edital de Belo Monte

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse à governadora do Pará Ana Júlia Carepa que há possibilidade de atender seu pedido e incluir mecanismos que possibilitem aos autoprodutores de energia participar do edital da hidrelétrica de Belo Monte.

Se for atendido pelo governo federal, o pedido de Ana Júlia Carepa representará um estímulo ao desenvolvimento do Pará e deverá se tornar um marco na história da geração de energia no Brasil.

Segundo a governadora, a solicitação tem como alvo os autoprodutores, os quais visam o fornecimento de energia para empreendimentos localizados no Pará. Eles poderiam participar do leilão e, consequentemente, ter uma parcela da energia gerada.

Os autoprodutores são pessoas físicas ou jurídicas, ou mesmo empresas reunidas em consórcio, que têm concessão ou autorização para produzir energia elétrica destinada ao seu uso exclusivo. Há alguns meses o setor vem tentando participar do leilão de Belo Monte, embora nos últimos leilões as regras tenham tornado inviável a participação do segmento.

Acompanhada pelo secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, a governadora reuniu-se em Brasília com o ministro Lobão exclusivamente para apresentar a reivindicação de reservar pelo menos 25% da energia de Belo Monte para o setor. O ministro disse que a questão será analisada pelo governo, mas adiantou que o pedido "é algo possível".

Empreendimentos - Segundo Ana Júlia Carepa, o pedido para que, na definição das regras do leilão, parte da geração de Belo Monte seja dedicada à autoprodução, significa atrair mais empreendimentos para o Pará. "Se o governo federal aceitar, será uma nova fase para o Brasil, com a geração de energia elétrica induzindo o desenvolvimento regional", afirmou a governadora.

Para ela, a oferta de energia elétrica competitiva no Pará é questão primordial para a promoção do desenvolvimento regional sustentável, uma vez que agrega valor à atividade de mineração local.

"As vantagens são muitas: adição de valor aos insumos básicos gerados no Pará, aumento do PIB regional e incremento do transporte hidroviário", enumerou. Segundo Maurílio Monteiro, "o esforço do governo paraense é para reverter dinâmicas históricas de concentração industrial nas regiões sul e sudeste".

Ampliação - Atualmente, o Pará já concentra grande parte da produção mundial de alumina. Mas, segundo o secretário Maurílio Monteiro, os números atuais podem ser muito ampliados se o pedido do governo paraense for aceito pelo Ministério de Minas e Energia.

Maurílio Monteiro calcula que, com 25% da energia média gerada por Belo Monte, se chegaria a 1.200 MW, o bastante para implantar mais duas grandes indústrias do setor no Pará.

Cada uma dessas empresas consumiria 600 MW e comercializaria aproximadamente U$ 900 milhões anuais. Juntas, elas gerariam, em salários e pagamentos a fornecedores, um valor anual estimado de R$ 400 milhões. "O investimento para a implantação desses dois projetos chegaria a R$ 5 bilhões, com uma geração de mais de 2 mil empregos diretos, além de receitas que viriam para o Estado", contabiliza o secretário. De acordo com Ana Júlia Carepa, a reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro, iniciada nos anos 90 do século XX, resultou na falta de alternativas consistentes para o problema da exclusão elétrica e da oferta ou suprimento de energia ao Sistema.

Pará prejudicado - Ela afirmou que o Pará foi um dos Estados mais gravemente atingidos, principalmente por causa de sua grande dimensão territorial, aliada a um mercado consumidor de energia elétrica bastante esparso e significativo percentual da população sem acesso à energia elétrica. "A isso se soma o fato de que o Estado tem vocação para a indústria minero-metalúrgica, que tem seus preços regulados pelo mercado internacional e precisam minimizar os custos de um de seus principais insumos, que é a energia elétrica", reiterou.

Ana Júlia Carepa disse ao ministro que, mesmo com o impacto positivo das medidas implantadas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003 e 2004, o alto potencial energético do Pará - o maior do Brasil, representado pela usina de Tucuruí (8.500 MW) e as futuras Belo Monte (11 mil MW) e São Luís do Tapajós (12 mil MW)" - não se reflete em vantagem real.

Segundo a governadora, é necessário fazer alterações no cálculo da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST), de forma a valorizar a proximidade dos grandes consumidores das maiores usinas de geração do sistema nacional. "A estrutura de cobrança da TUST não reflete adequadamente a vantagem de proximidade dos grandes consumidores das maiores usinas de geração do sistema", disse ela.

Para Ana Júlia Carepa, o atual modelo também não estimula a participação dos autoprodutores de energia nos consórcios que têm participado dos leilões de energia, especialmente os de grandes empreendimentos.

"Tem restado aos consumidores eletrointensivos a alternativa de aquisição de energia elétrica no ACL (Ambiente de Comercialização Livre), cujo preço de compra, somado ao valor da TUST, inviabiliza a implantação de diversos empreendimentos no Pará. Isso quer dizer perda de emprego e renda para a população de nosso Estado", informou Ana Júlia Carepa.

» voltar para o topo


Marco Antônio Almeida assume secretaria no MME

Bernardo Brandão

Marco Antônio Martins Almeida é o novo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME

O engenheiro Marco Antônio Martins Almeida é o novo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), em substituição a José Lima de Andrade Neto, que assumiu a presidência da BR Distribuidora.

Almeida é engenheiro civil, especializado em engenharia de petróleo, e é técnico de carreira da Petrobrás. Ele atua cedido ao Ministério de Minas e Energia desde 1999 e já passou por diversos cargos, sendo que o mais recente foi o de diretor de Gás da Secretaria de Petróleo e Gás do MME.

A exoneração de José Lima de Andrade Neto do cargo de secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME e a nomeação de Marco Antônio Martins Almeida para o cargo foram publicadas no Diário Oficial da União do dia 20 de agosto.

» voltar para o topo


ABIAPE se reúne com relator da MP 466
O deputado federal João Carlos Bacelar (PR/BA) é o relator da MP 466 na Câmara

Bernardo Brandão

A Diretoria Executiva da ABIAPE se reuniu na quarta-feira, 2 de setembro, com o deputado federal João Carlos Bacelar (PR/BA), relator da Medida Provisória 466/2009, que está em tramitação na Câmara dos Deputados.

A ABIAPE manifestou, no encontro com o deputado e sua assessoria, apoio a três emendas do deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) e a uma sugestão do deputado federal Eduardo Gomes (PSDB/TO).

Bacelar prometeu analisar as solicitações e debatê-las com o Ministério de Minas e Energia, "para encontrar a melhor solução para o Governo Federal e empresários".

O texto entrou em vigor neste mês de agosto e regulamenta a comercialização da energia no Sistema Isolado. A medida provisória tem validade até o dia 30 de novembro e a partir do dia 17 de setembro, ela passa a trancar a pauta da Casa.

» voltar para o topo


Agentes do Setor Elétrico se reúnem com governos estaduais para debater Lei do Gás
Tiago Leite Ferreira, coordenador de Energia da ABIAPE, participou do encontro em Porto Alegre

Bernardo Brandão / Agência CanalEnergia

O coordenador de Energia da ABIAPE, Tiago Leite Ferreira, esteve na última segunda-feira, 31 de agosto, em Porto Alegre, para participar do encontro dos agentes do Setor Elétrico Brasileiro com o Fórum Nacional de Secretários para Assuntos de Energia. O encontro teve como objetivo o avanço nas discussões sobre a regulamentação da Lei do Gás.

Com o lançamento do pré-sal, os agentes do setor de gás esperam que o trabalho de regulamentação da Lei do Gás seja retomado ainda esta semana. A expectativa é que a norma saia ainda este ano. Um dos pontos de mais difícil solução é a troca operacional das moléculas do combustível. A intenção é que terceiros agentes possam usar gasodutos já com a capacidade comercial contratada.

Segundo Tiago Leite Ferreira, estão sendo discutidos no momento detalhes, como a quem solicitar a troca, qual será a tarifa e, principalmente, como se dará a transação. "Está sendo decidido se será uma livre negociação ou regulamentada pela ANP [Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis]", explicou o executivo.

A troca operacional de gás ocorreria quando um agente tivesse um gasoduto totalmente contratado e outros agentes quisessem utilizá-lo. Os principais interessados no negócio são os autoprodutores. A transação poderia se dar da seguinte forma. Se um agente quisesse transportar do ponto B para A 4 milhões de metros cúbicos por dia um gasoduto A-B com capacidade de transportar 10 milhões m³/dia, totalmente contratado, poderia propor a entrega do gás aos clientes do duto no ponto B, em troca teria o gás produzido no ponto A entregue em seu ponto de consumo na mesma região.

Ferreira disse que essa é apenas uma das possibilidades de negócio da troca operacional. "[A questão] não está na lei, mas estava na minuta de decreto. A proposta inicial evoluiu muito", disse Ferreira, acrescentando que a questão está sendo discutida entre os agentes, incluindo associações e a Petrobras, para se chegar a uma proposta comum. "Queremos chegar a um acordo que atenda um pouco os anseios dos agentes. Esse é um dos pontos que traz mais discordâncias", completou.

A Lei do Gás foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março deste ano e, desde então, está em processo de regulamentação no Ministério de Minas e Energia. De acordo com Ferreira, os agentes serão convocados para participar do processo para discutir os pontos regulamentados.

» voltar para o topo


Diretores da ABIAPE comparecem ao lançamento do marco regulatório do pré-sal

Bernardo Brandão

A cerimônia de lançamento do marco regulatório de exploração do petróleo e gás da camada pré-sal, realizado na segunda-feira, 31 de agosto, em Brasília, teve a presença da Diretoria Executiva da ABIAPE. O presidente Mário Menel, o vice Cristiano Amaral e o diretor de Relações Institucionais, Marcelo Moraes, representaram a associação.

No evento, o presidente Lula encaminhou ao Congresso Nacional quatro Projetos de Lei, que tramitarão em regime de “urgência”, restringindo o prazo para discussão, pois serão 45 dias tramitando em cada uma das Casas, totalizando 90 dias. Isso quer dizer que Câmara dos Deputados deverá criar uma ou mais Comissões Especiais para tratar os assuntos, resumindo as matérias a um único foro e discutindo todas as questões (meio ambiente, energia, tributos, constitucionalidade, ciência e tecnologia, trabalho, entre outras) numa única etapa.

Já o Senado Federal, apesar de ter os mesmos 45 dias para apreciação das proposições, deverá analisá-las diretamente no Plenário da Casa. Segundo seu Regimento Interno, um relatório deverá ser apresentado duas sessões ordinárias após o recebimento dos PL’s pela Mesa Diretora do Senado. Isso se dá, pois, teoricamente, todas as discussões foram realizadas na Câmara, ficando o Senado Federal apenas como “Casa revisora”. Caso haja alteração pelos Senadores, as matérias retornarão para apreciação dos Deputados, com prazo de apenas dez dias para fazê-lo.

Os Projetos de Lei encaminhados pelo presidente:

1) Projeto para regulamentar o novo marco regulatório do Petróleo:

Em seu ponto de maior destaque, está a inclusão da “partilha” nos novos processos licitatórios para exploração de petróleo nas áreas do Pré-sal. As concessões anteriores não poderão migrar para o regime de partilha, que só poderá ser aplicado para novos empreendimentos no pré-sal. Nesse novo regime, no mínimo 30% da produção ficará com o Estado brasileiro e a operação da exploração e produção do petróleo e gás serão de exclusividade da Petrobras.

2) Criação da PETROSAL:

O Governo sugeriu a criação de uma nova empresa estatal, técnica e enxuta, para a tomada das decisões estratégicas em torno na exploração de petróleo e gás na camada pré-sal. A empresa definirá todas as regras e condições para utilização dos recursos naturais existentes nas áreas do pré-sal.

3) Criação do Fundo Social:

O Governo Federal cria um fundo, oriundo de contribuições da produção do pré-sal, destinando recursos para a saúde, educação, meio-ambiente, ciência e tecnologia, entre outras áreas.

4) Capitalização da Petrobras:

O Governo ampliará, em Lei, a possibilidade de investir mais recursos na Petrobras. Isso poderá ser feito em moeda corrente ou títulos precificados a valor de mercado, no equivalente a 5 bilhões de barris de petróleo advindos dos campos de produção do pré-sal, segundo estimativa do Poder Executivo.

» voltar para o topo


Enase 2009 coloca a política energética na pauta de debates do setor

Da Agência CanalEnergia

Evento contará com lançamento de pesquisa, Fórum de Presidentes e terá Jerson Kelman como keynote speaker

Política Energética - questões atuais e desenvolvimento setorial. Esse é o tema do Enase 2009 - 6º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, que tem como pauta a consolidação da política energética nacional. O Enase 2009, que acontece entre os dias 29 e 30 de setembro, no Rio de Janeiro, terá como keynote speaker o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica e professor da Coppe-UFRJ, Jerson Kelman, contará com a segunda edição do Fórum de Presidentes e a 3ª Sondagem sobre Tendências do Setor Elétrico CanalEnergia - Gesel-UFRJ.

No primeiro dia do evento, durante a seção de abertura, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foi convidado para apresentar a contribuição do MME para a consolidação da política energética. Já Kelman, como keynote speaker, abordará alguns dos temas que serão foco do Enase 2009, como renovação das concessões e os entraves institucionais. No fim do dia, o especialista lançará o livro "Desafios do Regulador", com sessão de autógrafos.

Pesquisa - No evento, o professor Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, apresentará o resultado de mais uma sondagem feita entre executivos do setor elétrico, com as percepções e avaliações sobre o mercado de energia elétrica desde o último Enase. O sócio da PSR, Mário Veiga, tratará ainda da evolução das tarifas no país, com a apresentação de cenários para as tarifas finais e análise de evolução, seguido de debate com os presidentes da Abrace, Anace, Abradee e Abraceel.

Ainda no primeiro dia, o Enase 2009 terá o painel, "Implementando a Política Energética Nacional", com a análise de temas como o planejamento e desenvolvimento de uma matriz energética diversificada e a operação de uma matriz elétrica segura - com impactos para o setor e à sociedade.

O papel do regulador, junto à questão tarifária, e a garantia de um mercado líquido e competitivo também serão debatidos com as principais autoridades do setor elétrico, com participações previstas do presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Mauricio Tolmasquim, do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Nelson Hubner, do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico, Hermes Chipp, e do presidente do conselho de adminstração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, Antonio Carlos Fraga Machado.

As entidades co-promotoras vão apresentar, durante o segundo dia, temas que tratam de mudanças climáticas, desenvolvimento das fontes de geração renovável e térmica, expansão da bioeletricidade, a transmissão como uma geradora virtual, a sustentabilidade da produção independente, de cenários para expansão da oferta de energia e a garantia de suprimento com a retomada do crescimento do país - com foco na participação da autoprodução.

O Enase 2009 é realizado pelo Grupo CanalEnergia com 17 associações de classe do setor elétrico. ABCE (concessionárias), Abdib (infra-estrutura e indústria de base), Abiape (autoprodução), Abrace (grandes consumidores e clientes livres), Abraceel (comercializadoras), Abradee (distribuidoras), Abrage (geração hidráulica), Abragef (geração flexível), Abraget (térmicas), Abrate (transmissão), Anace (consumidores), Apine (produtores independentes), APMPE (pequenas e médias usinas), ABCM (carvão mineral), ABEEólica (geração eólica), Abdan (nuclear) e Cogen (cogeração).

As inscrições para o Enase 2009 já estão abertas.

Serviço

Evento: 6° Enase 2009 - Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico
Local: Hotel Sofitel - Rio de Janeiro
Dia: 29 e 30 de setembro
Informações: www.enase.com.br

» voltar para o topo


EXPEDIENTE

Conselho Diretor
Presidente: Otávio Carneiro Rezende
Vice-presidente: Vânia Lúcia Chaves Somavilla

Diretoria Executiva
Presidente: Mário Luiz Menel da Cunha
Vice-presidente: Cristiano Abijaode Amaral
Diretor de Relações Institucionais: Marcelo Liviero C. de Moraes

Projeto Editorial
Capitare Consultoria Empresarial e CanalEnergia

Jornalista Responsável: Bernardo Brandão (MTB 6817-DF)
Contatos: (61) 8162-6759 - bernardo@capitare.com.br

ABIAPE - Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução
de Energia Elétrica

SCN QD 04 - Edifício Centro Empresarial Varig
Sala 101 - Brasília - DF - CEP: 70310-500

Tel: (61) 3326.7122
Fax: (61) 3327.0925

www.abiape.com.br

» voltar para o topo

rodape
Nova pagina 1
Todos os direitos reservados a ABIAPE - Desenvolvido por ZONA Elétrica