Luiz
Fernando Faria assume CME
Luiz Fernando Faria (PP-MG) é o novo presidente da Comissão
de Minas e Energia (CME) da Câmara dos Deputados. Eleito nesta
terça-feira (4/3), Luiz Fernando é agropecuarista, empresário,
administrador e engenheiro mecânico. (leia mais) |
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Abiape
recebe visita de jornalista da Revista Exame
Com o objetivo de estreitar o relacionamento e trocar informações,
a jornalista Ângela Pimenta, da Revista Exame, foi recebida pela
diretoria executiva da Associação Brasileira dos Investidores
em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape), no
dia 20 de fevereiro.
(leia mais) |
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Frente
Parlamentar da Infra-Estrutura
A proposta é dar maior segurança jurídica aos processos
administrativos, aos técnicos na valoração dos
impactos, aos empreendedores e sobretudo ao meio ambiente. Fato que
certamente refletirá também na redução da
judicialização. (leia mais) |
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Entrevista
com o presidente da Associação Brasileira dos Agentes
Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), Paulo Pedrosa:
O mercado livre corre o risco de ficar restrito?
É da natureza dos mercados flutuar e evoluir. (leia
mais)
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• 2
de abril – Centro de Convenções Brasil XXI – Brasília – DF
Organização: Frente Parlamentar da Infra-Estrutura
Nacional
Evento: Agenda Legislativa do Setor Energético
Participação: ABCE, ABIAPE, APINE, ANACE, ABRAGEF,
ABRAGE, ABRACE, ABRAGET, APMPE e ABRACEEL
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mais.. |
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Luiz Fernando Faria é o
novo presidente da Comisão de Minas e Energia
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Foto:
Laycer Tomaz
Dep. José Otávio Germano(ex-presidente), Dep. Luiz Fernando
Faria- presidente eleito da Comissão de Minas e Energia e Dep.
Ciro Nogueira(2º Secretário da CD) |
O novo presidente da Comissão de Minas e Energia, deputado Luiz
Fernando Faria (PP-MG) - eleito no dia 4 de março, pretende formar
um grupo de trabalho dentro do colegiado para acompanhar a execução
das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A
comissão ganhou uma projeção muito grande, nos últimos
anos, e tornou-se uma das mais importantes da Casa. Isso se deve, em especial, às
recentes descobertas de grandes campos de petróleo e gás
e às obras do PAC", destacou o parlamentar.
Uma outra questão relevante a ser discutida na comissão, "só que
pelo lado negativo", é a possibilidade de falta de energia,
lembrou Luiz Fernando Faria. Além disso, o parlamentar gostaria
de aprofundar a discussão sobre o tempo de liberação
das licenças ambientais. O novo presidente pretende apresentar
a seus colegas um plano de trabalho para os próximos seis meses,
na primeira reunião da comissão, que ocorrerá na
próxima terça-feira (11), para a eleição dos
três vice-presidentes.
Produção em Minas
Parlamentar mineiro, Faria destaca a importância do estado no setor
de minérios: "Minas Gerais responde por cerca de 80% de toda
a produção mineral do País. Além disso, o
estado é considerado a caixa d'água do Brasil, pois lá se
encontram as grandes usinas hidrelétricas e reservatórios".
O deputado tem 51 anos e é agropecuarista, empresário,
administrador e engenheiro mecânico. Está em seu primeiro
mandato como deputado federal, depois de exercer três mandatos consecutivos
como deputado estadual, com passagens pelo PPB e PSDB.
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Abiape recebe
visita de jornalista da Revista Exame
Com o objetivo de estreitar o relacionamento e trocar informações,
a jornalista Ângela Pimenta, da Revista Exame, foi recebida pela
diretoria executiva da Associação Brasileira dos Investidores
em Autoprodução de Energia Elétrica (Abiape), no
dia 20 de fevereiro. O presidente da Abiape, Mário Menel; o vice-presidente,
Cristiano Abijaode Amaral; e o diretor de Relações Institucionais,
Marcelo Moraes, fizeram uma apresentação da Associação à nova
correspondente da Revista Exame em Brasília.
Durante o encontro, os representantes também mostraram um panorama
da situação do setor de energia elétrica no Brasil
e das empresas associadas à Abiape. Foi feito um comparativo da
quantidade de energia ofertada ao mercado livre entre 1989 e 2008. Preocupados
com o preço da energia, os executivos discutiram ainda sobre as
propostas da Abiape para aperfeiçoar as regras dos próximos
leilões.
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Frente Parlamentar
da Infra-Estrutura
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Dep. Luiz Carreira
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A proposta é dar maior segurança jurídica aos processos
administrativos, aos técnicos na valoração dos impactos,
aos empreendedores e sobretudo ao meio ambiente. Fato que certamente refletirá também
na redução da judicialização.
O substitutivo do Deputado Luiz Carreira ao PL 266/07 (compensação
ambiental), incorporou as reivindicações do Setor Elétrico
e foi apresentado à Comissão de Meio Ambiente da Câmara
dos Deputados em dezembro passado.
Uma das principais disposições é a fixação
do mínimo de 0,25% e máximo de 1% dos custos totais de implantação
do empreendimento a serem destinados às unidades de conservação
de acordo com o parágrafo 1º do art. 36 da lei do SNUC.
Além dos limites, dispõe o substitutivo sobre a metodologia
de gradação a exemplo da legislação Mineira
e traz a definição de alguns conceitos que darão
maior segurança jurídica aos processos administrativos,
tais como: impacto negativo não mitigável, custo total de
implantação do empreendimento, fator adicional e outros.
Apesar de julgar positiva a proposta, o Setor Elétrico ainda
insistirá no pleito para que o teto a ser aplicado seja de 0,5%
por entender que traduz a valores financeiros compatíveis com as
reais necessidades do SNUC.
A proposta significa a superação de importante etapa no
processo de estabelecimento de limite máximo para compensação
ambiental.
O resultado decorre da ação do Fórum de Meio Ambiente
do Setor Elétrico, no qual a ABIAPE atua ativamente por meio da
assessoria de meio ambiente e da Diretoria de Relações Institucionais.
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Entrevista
com o presidente da Associação Brasileira dos Agentes
Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), Paulo Pedrosa:
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Paulo
Pedrosa |
1 - O mercado livre corre o risco de ficar restrito?
É da natureza dos mercados flutuar e evoluir. Não poderíamos
viver em um eterno ciclo de sobreoferta de energia, até porque
isso não seria uma forma correta para otimizar os recursos do setor.
Infelizmente a transição para o novo ciclo foi conturbada
por uma série de fatores, entre eles o desaparecimento de 6.000
MW do gás, importação e térmicas emergenciais
além da exclusão do mercado livre, incluindo os autoprodutores,
da expansão competitiva nos últimos anos.
Certo grau de stress pode ser positivo para o amadurecimento do mercado
e não deve ser mitigado com soluções mágicas
que distribuam prejuízos individuais. É bom lembrar que
os consumidores cativos das distribuidoras estão expostos ao PLD
elevado. Seria uma deformação do mercado se alguma distribuidora,
ao receber consumidores na sua base, aumentasse a exposição
dos demais, socializando as perdas de quem se beneficiou por longo tempo
do mercado livre. Outro ponto importante é, para os casos em que
haja sobra de lastro, como estão sendo selecionados os consumidores
que são aceitos de volta. É preciso que haja critérios
ou poderá haver questionamentos de todo tipo.
A crença na solução de mercado para o setor elétrico
se fortalece a cada dia. Se tivéssemos um mercado líquido
e dinâmico, com consumidores recebendo sinais de preços corretos,
a dimensão do problema seria muito menor e estaríamos encontrando,
de forma descentralizada e inovadora, soluções inteligentes
para nossas dificuldades. O mercado livre, por sua capacidade de enxergar
individualmente cada consumidor, será uma opção cada
vez mais atrativa. Ao longo do tempo avançaremos na direção
da Europa, onde todos os consumidores são livres e os governos
são os maiores defensores da competição e da livre
escolha como forma de assegurar a oferta de energia aos melhores preços
possíveis.
2 - Que medidas deveriam ser tomadas para reverter o quadro
atual, onde empresas estão deixando o mercado livre e migrando
para o regulado, na contra-mão da realidade dos países
desenvolvidos?
Garantir a oferta para o mercado livre, ao permitir a participação
de comercializadores nos leilões, ampliar a parcela de energia
destinada ao ACL, criar mecanismos de financiamento voltados para o mercado
livre e formas de contratação que sejam amigáveis
aos consumidores, ou seja, nos preços, prazos e na liquidez necessária às
necessidades dos compradores.
O setor elétrico se beneficiaria muito com o aumento de sua diversidade.
Hoje estamos muito voltados para geradores, transmissores e distribuidores
e, muitas vezes, desconsideramos o segmento da demanda e o papel que pode
ter. Mais poder aos consumidores e a incorporação de novos
players, em especial os capitais disponíveis no setor financeiro,
contribuíram muito para que o setor passasse pela evolução
competitiva que transformou outras indústrias.
3 - Os consumidores cativos, diante das recentes reduções
de tarifa resultantes das últimas revisões, não
percebem a gravidade do quadro atual de abastecimento. Essa percepção
equivocada não poderá custar caro em alguns meses? Existe
alguma saída para isso?
Sim. Toda a lógica regulatória do setor está baseada
em uma visão de proteção dos consumidores da realidade.
Essa proteção termina custando caro. Nosso maior desafio é realinhar
os sinais econômicos deformados e distorcidos, tanto no serviço
de transporte da energia quanto no produto energia em si.
No caso atual é evidente que os consumidores das distribuidoras
que passam por revisões estão sendo chamados a consumir
mais, aumentando o preço e a quantidade de suas exposições
e acumulando uma conta que será paga mais tarde. Esta distorção
também mascara a atratividade do mercado livre, porque dá ao
consumidor cativo uma falsa impressão de energia barata.
4 - O programa de cálculo do Preço de Liquidação
de Diferenças (PLD) é eficiente? Ele atende ao mercado
livre?
Não. O programa, desenhado para a operação otimizada,
traz incertezas incompatíveis com a natureza de um mercado. Não
se trata de uma questão de que o modelo ainda não é bom
o suficiente para reproduzir a realidade. Nunca um modelo computacional
será capaz de tomar decisões mais eficientes do que um mercado
apoiado em um boa plataforma regulatória.
Precisamos evoluir para um modelo em que os preços sejam formados
pelas expectativas dos agentes, mas podemos avançar já na
correção de algumas distorções que se mostraram
evidentes na crise atual. É necessário também que
decisões discricionárias e imprevisíveis não
possam afetar os preços, o que parece ter sido reconhecido como
princípio nas decisões tomadas pelo CNPE. Essa questão é tão
delicada que o próprio MME acaba de criar uma comissão,
coordenada pelo secretário-executivo Márcio Zimmermann,
que tem o objetivo de examinar todos os modelos computacionais utilizados
no gerenciamento do setor elétrico.
Muitas outras discussões que afetam os preços, além
daquelas diretamente ligadas ao programa computacional, também
precisam ser encaminhadas com maior participação e transparência,
ele elas a alocação dos custos com a segurança do
sistema. Este ponto parece ser de particular importância para os
autoprodutores que, dependendo do encaminhamento a ser dado, podem ser
duplamente onerados.
5 - Qual deveria ser o caminho para evitar que uma empresa vendedora
deixe de registrar um contrato na Câmara de Comercialização
de Energia Elétrica (CCEE)?
O primeiro ponto está ligado à natureza da liberdade de
mercado. Quando duas partes acertam um contrato cada uma deve avaliar
sua contraparte e definir garantias e penalidades contratuais que devem
ser proporcionais aos riscos envolvidos, factíveis e executáveis. É assim
quando de faz um financiamento, quando se contrata uma obra e quando se
compra energia. Não podemos defender o mercado e a escolha do fornecedor
sem defender a liberdade de contratação – e ai é bom
lembrar que a liberdade existe para errar e acertar e que seu exercício
requer conhecimento e responsabilidade e promove o aprendizado.
O segundo ponto é o aperfeiçoamento das garantias sistêmicas,
ponto defendido há muito tempo pela Abraceel. Nosso sistema de
garantias não corresponde ao risco sistêmico que cada agente
traz ao setor. O aperfeiçoamento deste ponto será uma das
melhorias para o setor que resultarão da atual crise.
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EXPEDIENTE
Conselho Diretor
Presidente: Otávio Carneiro Rezende
Vice-presidente: Vânia Lúcia Chaves Somavilla
Diretoria Executiva
Presidente: Mário Luiz Menel da Cunha
Vice-presidente: Cristiano Abijaode Amaral
Diretor de Relações Institucionais: Marcelo Liviero C. de
Moraes
Projeto Editorial
Profissionais do Texto e CanalEnergia
Jornalista Responsável: Bernardo Brandão
(MTB 6817-DF)
Contatos: (61) 3327-0050 - bernardo@ptexto.com.br
ABIAPE - Associação Brasileira dos
Investidores em Autoprodução
de Energia Elétrica
SCN QD 04 - Edifício Centro Empresarial Varig
Sala 101 - Brasília - DF - CEP: 70310-500
Tel: (61) 3326.7122
Fax: (61) 3327.0925
www.abiape.com.br
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