Setor
elétrico faz homenagem à Comissão de Minas e
Energia
Os deputados federais que integram a Comissão de Minas e Energia
da Câmara dos Deputados (CME) foram homenageados, no dia 12 de
dezembro, por representantes de associações do setor elétrico
brasileiro durante almoço realizado no Dom Francisco Restaurante,
em Brasília. (leia mais) |
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Abiape
e MME discutem propostas para leilão de Jirau
A Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução
de Energia Elétrica levará até sexta-feira, 21
de dezembro, propostas ao Ministério de Minas e Energia para
o leilão da hidrelétrica de Jirau (RO-3.300 MW) previsto
para maio de 2008.
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Santo
Antônio: mercado livre, engenharia financeira e Jirau podem
ter sido base de estratégia
Ainda que preliminares, as avaliações sobre o desempenho
do consórcio Madeira Energia, que arrematou a hidrelétrica
Santo Antônio (RO, 3.150 MW), indicam uma estratégia agressiva
mas consciente, bem planejada.
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Carta às
entidades de classe
Nos últimos vinte anos, proliferaram as entidades de classe
empresariais no Brasil. Em energia, em 1986, havia a ABCE (concessionárias)
e a Abrace (consumidores industriais).
(leia mais)
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• 29
e 30 de janeiro de 2008 - Mercure São Paulo Paulista - São
Paulo - SP - Organização IBC Brasil
Comercialização de Energia
Planejamento da Contratação de energia Pós-2009
- Projeção de Preços - Nova Versão do
Sistema Newave - Tendências para os Mercados Cativo e Livre
veja
mais.. |
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Setor elétrico
faz homenagem à Comissão de Minas e Energia
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Presidente
da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados,
José Otávio Germano, e o presidente da ABIAPE, Mário
Menel. |
Daniela Cardoso
Os deputados federais que integram a Comissão de Minas e Energia
da Câmara dos Deputados (CME) foram homenageados, no dia 12 de dezembro,
por representantes de associações do setor elétrico
brasileiro durante almoço realizado no Dom Francisco Restaurante,
em Brasília. Os parlamentares foram cumprimentados pela atuação
legislativa e pelos resultados alcançados no desenvolvimento do
setor elétrico.
Durante a confraternização, o presidente da CME, José Otávio
Germano (PP-RS), destacou a aproximação entre os deputados
e as associações.
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O
diretor-geral da Aneel, Jerson Kelman, e o presidente do Conselho de
Administração da Apine, Luiz Fernando Vianna. |
"Plantamos a semente para que possamos
avançar ainda mais". Germano apontou os principais assuntos
a serem debatidos em 2008, entre eles, “resolver demanda de energia,
as questões tributárias e ambientais”. Para o deputado, é importante
a Comissão reunir representantes de vários partidos para
defender temas do setor elétrico brasileiro.
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O
presidente da APMPE, Ricardo Pigatto, o presidente da ABIAPE, Mário
Menel, Paulo Celso, da empresa Eletroriver e o diretor-executivo da
APMPE, Fábio Sales Dias. |
Participaram do almoço o diretor-geral da Agência Nacional
de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman; o deputado Eduardo
Sciarra, presidente da Frente Parlamentar da Infra-estrutura Nacional;
e representantes da Associação Brasileira de Concessionárias
de Energia Elétrica (ABCE), da Associação Brasileira
dos Investidores em Autoprodução de Energia Elétrica
(ABIAPE), da Associação Brasileira de Grandes Consumidores
Industriais de Energia e de Consumidores Livres, (ABRACE), da Associação
Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia Elétrica (ABRACEEL),
da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica
(ABRADEE), da Associação Brasileira de Geradoras
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Cerca
de 60 pessoas, entre parlamentares e representantes de associações,
participaram do almoço. |
Termelétricas (ABRAGET), da Associação Brasileiras
das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica
(ABRATE), da Associação Brasileira das Empresas Geradoras
de Energia Elétrica (AGRAGE), da Associação Brasileira
de Geração Flexível (ABRAGEF), da Associação
Brasileira dos Produtores Independentes de Energia (APINE) e da Associação
Brasileira dos Pequenos e Médioas Produtores de Energia Elétrica
(APMPE).
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Parlamentares
e associações buscam interação para conduzir
setor de energia elétrica. |
Além do presidente da CME, também estiveram
presentes o 1º Vice-Presidente, dep. Eduardo Valverde (PT-RO), o
2º Vice-Presidente, dep. Neudo Campos (PP-MG), e o 3º Vice-Presidente,
dep. Vitor Penido (DEM). Outros deputados que compõem a CME participaram
do evento, são eles: Andre Vargas (PR), Bel Mesquita (PA), Carlos
Alberto Canuto (AL), Ernandes Amorim (RO), Fernando Ferro (PE), Simão
Sessim (RJ), Vicentinho Alves (TO), Luiz Fernando Faria (MG), Paulo Henrique
Lustosa (CE), Arnaldo Jardim (SP), Eduardo Gomes (TO), Paulo Abi-ackel
(MG), Edmilson Valentim (RJ), Julião Amin (MA), José Fernando
Aparecido de Oliveira (MG) e Ciro Pedrosa (MG).
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Membros
da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados
foram homenageados pelas associações do setor elétrico
brasileiro. |
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Abiape e MME
discutem propostas para leilão de Jirau
Alexandre Canazio, da Agência
CanalEnergia
A Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução
de Energia Elétrica levará até sexta-feira, 21 de
dezembro, propostas ao Ministério de Minas e Energia para o leilão
da hidrelétrica de Jirau (RO-3.300 MW) previsto para maio de 2008.
Entre as sugestões estará a ampliação da energia
reservada ao mercado livre, em relação aos 30% destinados
no certame de Santo Antônio (3.150,4 MW) no início do mês.
O objetivo da entidade é reduzir a especulação com
o mercado livre e subsídios para o mercado cativo, segundo Mário
Menel, presidente da Abiape.
Segundo o executivo, a idéia de conceder uma participação
maior para os consumidores livres tinha sido levado ao MME anteriormente
para ser aplicada em Santo Antônio. "O leilão se torna
especulativo na medida em que se sabe que há um desequilibrio entre
oferta e demanda", diz Menel, referindo-se a discrepância entre
o preço da energia para os mercados cativo, R$ 78,87/MWh, e livre,
ainda em negociação, mas que deve variar entre R$ 120 e
140/MWh.
Para Menel, houve um subsídio cruzado entre os mercados livre
e cativo. "O subsídio do setor residencial ao industrial foi
eliminado, tanto que as indústrias tiveram o triplo de aumento
das tarifas. Não pode agora acontecer o contrário",
analisa o executivo. De acordo com Menel, há mecanismos nos leilões
que permitem equalizar os preços das ofertas, diferenciadas pelas
proporções reservadas aos dois mercados, para se ter a melhor
oferta.
A situação do mercado
livre para Menel é de estagnação apesar de já ser
responsável por mais 25% do mercado total do país. Ele acredita
que novas formas de negociação da energia poderia dar maior
dinamismo ao ambiente de comercialização livre. "Pode-se
incentivar a comercialização, por exemplo, de energia vertida
que pode ser turbinada", cita. Esse tipo de energia poderia cobrir
contratos de "curtíssimo prazo" de uma semana ou um mês. "Isso
aumenta a oferta e tira a pressão sobre a formação
de preço", explica.
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Santo Antônio:
mercado livre, engenharia financeira e Jirau podem ter sido base de estratégia
Fábio Couto, da Agência
CanalEnergia
Ainda que preliminares, as avaliações sobre o desempenho
do consórcio Madeira Energia, que arrematou a hidrelétrica
Santo Antônio (RO, 3.150 MW), indicam uma estratégia agressiva
mas consciente, bem planejada. Segundo participantes do Seminário "Leilões
do Rio Madeira", promovido pelo Grupo de Estudos do Setor Elétrico,
da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a ação do consórcio
pode ter considerado a fatia que será negociada no mercado livre,
um eventual sucesso na disputa de Jirau (3.300 MW), e boa engenharia financeira,
com diversos tipos de financiamento, entre outros pontos.
Um estudo inicial feito pelo Gesel e apresentado no seminário,
diz que um dos fatores para o consórcio arrematar a usina foi a
fatia máxima de negociação de 30% da energia assegurada
no mercado livre. Simulações feitas pelo Gesel indicam preço
médio que pode variar de R$ 91,21 por MWh a R$ 100,21 por MWh,
com preços do mercado livre fixados entre R$ 120 por MWh e R$ 150
por MWh, respectivamente.
"Ainda não conhecemos
quais são os fatores que eles adotaram, mas acreditamos que a taxa
interna de retorno desse empreendimento está na casa de 8% ao ano",
avalia Roberto Brandão, pesquisador que elaborou o estudo, coordenado
pelo professor Nivalde José de Castro, diretor do Gesel. Na avaliação
dele, taxas mais baixas de retorno, têm sido consideradas pelos
investidores, diante da receita de longo prazo, obtida em meio à percepção
de que no Brasil é seguro apostar em concessões seguras. "Ninguém
colocaria R$ 650 milhões num negócio sem ter certeza do
que fazem", disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética,
Mauricio Tolmasquim, em referência ao repasse de garantia de fiel
cumprimento.
Brandão destacou, entre outros pontos, que Furnas e Cemig são
empresas que têm experiência de atuação no mercado
livre, e com isso podem ter contribuído para uma estratégia
mais agressiva para contratação. Além disso, a obtenção
de financiamentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
e Social só ocorre quando a usina está completamente contratada,
ou sejua, lastreada com os recebíveis, salientou. Por isso, ele
avalia que apenas eletrointensivos podem ter feito - ou estar prestes
a fechar - contratação dessa energia, por um prazo mais
longo.
Uma das candidatas à esse montante é a Vale do Rio Doce,
que já havia manifestado interesse por essa usina recentemente.
Outra medida possível está na composição de
financiamentos. O chefe do Departamento de Energia Elétrica do
BNDES, Nelson Siffert, comentou que está em estudos a aplicação
do financiamento por meio de tranches, que reúnem grupos de seis
ou sete turbinas - a usina possuirá 44 unidades geradoras. A idéia é iniciar
o período de seis meses de carência após o início
da operação comercial de um grupo de turbinas, para que
o grupo inicie a amortização do projeto.
Pelo acordo inicial, com a amortização ocorrendo seis
meses após a entrada da última turbina, a amortização
do financiamento de 20 anos seria em 2017, ao passo que a proposta de
amortização por tranches colocaria 2013 como data inicial
de pagamento do financiamento, feito no sistema Sacre - de amortização
decrescente. Nesse sentido, Brandão, do Gesel, observou que o consórcio
pode ter composto financiamento de modo que pudesse ter fluxo linear de
recursos na usina.
Ele lembra de um caso de financiamento, da Abengoa, que foi premiado
por uma revista de project finance. Pela proposta, a empresa obteve dois
tipos de financiamento para a linha de transmissão ATE II: um pelo
BNDES (tabela Sacre), e outra, provavelmente por meio do IFC (Banco Mundial)
com amortização crescente - gerando fluxo contínuo
de pagamento de créditos e mantendo alta alavancagem. No caso do
Madeira, este tipo de composição seria possível,
até mesmo em função de um empreendimento de grande
porte, com
Dogmas - Brandão, Siffert e Tolmasquim, concordaram
no evento que a licitação de Santo Antõnio resultou
em uma quebra de vários dogmas, ao sinalizar com a oferta de energia
amazônica por preços baixos. Após Santo Antônio,
a próxima usina em linha para oferta será Jirau (RO, 3.300
MW), cujo leilão está previsto para maio de 2008, comentou.
Sobre a usina, Brandão contou que o lance de R4 78,90 feito pelo
Madeira Energia pode ter sido uma estratégia para afastar investidores
da disputa de Jirau, uma vez que os custos para entrar em um leilão
são elevados - envolvem garantias, realziação de
estudos paralelos, entre outros pontos, e um preço muito baixo
pode desanimar possíveis interessados. Com essa estratégia,
o consórcio pode ter partido ainda para negociar com os fornecedores,
em especial, os fabricantes das turbinas bulbo.
"Uma escala dessa, de mais de 6 mil MW, abre espaço para
implementação de fábricas de equipamentos na região.
Não sabemos como foi a negociação com os fornecedores,
mas é viável uma planta nacional com perspectiva de 88 unidades",
disse Brandão. Siffert, do BNDES, destacou ainda que o consórcio
ainda pode contar com o braço acionista do BNDESPar, dentro das
condições de governança corporativa estabelecidas
no edital.
Já na avaliação de Tolmasquim, Santo Antõnio
demonstrou a viabilidade financeira dos projetos amazônicos, anunciou
que os estudos de inventário em andamento na região sinalizam
potencial de 14 mil MW e ao mesmo tempo, destacou que a hidrelétrica
abre espaço para preservação do meio ambiente da
região, ao contrário do que pode indicar a construção
de uma usina de grande porte. "Tamanhas foram as exigências
ambientais que elas podem ser um elemento de preservação
da Amazõnia", avalia.
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Carta às
entidades de classe
Paulo Ludmer
Nos últimos vinte anos, proliferaram as entidades de classe empresariais
no Brasil. Em energia, em 1986, havia a ABCE (concessionárias)
e a Abrace (consumidores industriais). Hoje, convivem com essas duas:
a de geradores (Abrage), comercializadores (Abraceel), distribuidores
(Abradee), transmissores (Abrate) e, também, mais uma de consumidores
(Anace), além de pequenas usinas, usinas térmicas, conservadores,
investidores, produtores eólicos, diesel e etanol.
Algumas delas estão se revendo. Todas passam por assembléias
ordinárias. Por isso, cabem algumas reflexões que extraio
de duas décadas de militância na área. A gestão
dos interesses coletivos, de seus relacionamentos, riscos e conflitos,
oportunidades e desafios econômicos, nem sempre leva em conta as
discrepâncias políticas e culturais, a natureza de cada associado
e a ideologia que transcende as variáveis meramente negociais,
sustentadas pela congregação de suas empresas.
É comum a criação de castas no rol de associados. É habitual,
para quem põe mais dinheiro no esforço conjunto, pretender
falar mais grosso, ou apenas informar aos demais, as decisões ou
ações já realizadas sob a égide da bandeira
coletiva.
A queda ou até ausência da deliberação mais
participativa perde de vista a idéia associativa de envolver e
comprometer os sócios. Dilui-se a força da consideração,
da escuta e da voz dos membros menores que, a rigor, dão densidade
e representatividade ao conjunto. São eles algodão entre
cristais.
A internação dos desafios e dos problemas se dá distintamente
na intimidade de cada associada. E se processa de modo singular no seu
coletivo. A vida coletiva de todas as empresas na associação
não prospera sob uma autocracia eletiva. Aos dirigentes compete
uma madura sensibilidade para manter o elo associativo da consecução
dos objetivos comuns.
Não se ignorem o peso de cada sócio, sua escala, seus
recursos, sua contribuição, importância e relevância
na comunidade, nem exteriormente a ela. Porém, a correlação
de poder deve estreitar os laços associativos e não segmentá-los.
A imagem e identidade de cada um devem ser valoradas, bem como sua participação,
presença e influência na soma dos embates. Sem esta compreensão,
a da realidade de uns e de outros, advêm terremotos e furacões.
Não é incomum o desgarrar dos interesses de uma ou mais
entre as grandes empresas do conjunto de associadas, sendo o coletivo
o instrumento que lhes dá expressão. Democracia é escuta
e dá trabalho, até canseira. Mas, o sentido de prioridade,
desenvolvimento, prestígio e ética coletiva são o
pavimento da longa vida para a entidade.
Adapto aqui idéias do ilustre professor de direito da USP, Celso
Lafer, quando alerta a diplomacia para os riscos de superestimar-se ou
de subestimar-se, em seu recente artigo: “ Novas variações
sobre a política externa (OESP, 16/12/07)”.
Escreve Lafer: “O superestimar-se deságua na inconseqüência
e, por vezes, na insensatez”, que ilustra por meio da Argentina
na guerra das Malvinas. E completa com: “O subestimar-se leva à inércia
e ao conformismo”, caso do Brasil com a Bolívia de Evo Morales.
Há um fio de navalha sempre à frente dos dirigentes de
uma associação de empresas. Faço um paralelo com
a arte da diplomacia, na qual Lafer destaca a diferenciação
entre relevância, protagonismo e liderança. Observa que a
relevância não se traduz necessariamente em protagonismo,
que por sua vez não redunda por si só em liderança.
Quantos dirigentes abrem espaços em diversas platéias
importantes junto às quais falam tudo o que querem, vão-se
embora e depois nada acontece? O próprio presidente Lula, sempre
em palanques, diz e acredita que a palavra resolve os problemas (Por exemplo: “Tenho
absoluta convicção de que acabou a crise aérea”).
O manejo de relevância, protagonismo e liderança nas entidades
de classe não se confecciona senão pelo alinhavo das teias
de relacionamento internas e externas, lembrando que relações
públicas começam dentro de casa, robustas quando imanadas
de dentro para fora.
Paulo Ludmer é jornalista, engenheiro, professor de Comunicação
da FAAP, professor convidado em política energética do
Mackenzie, Poli e FEI, consultor e escritor com o site www.pauloludmer.com.br,
autor de Derriça Elétrica (Art Líber, 2007)
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EXPEDIENTE
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Investidores em Autoprodução
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